Últimas Notícias

Atacado de ignorância


Nesta Sexta-feira (02), Dia de Finados, boa parte do comércio recifense resolveu abrir suas portas. Aquelas lojas que não aderiram ao feriado, funcionaram com horário reduzido, mas oferecendo as mesmas opções dos dias normais. 

A internauta Régia Simone foi uma das que aproveitou as lojas abertas para antecipar algumas compras. 

Mas aquilo, que era para ser uma atividade corriqueira, transformou-se num enorme aborrecimento.

Ela conta que, no fim de tarde, decidiu ir com o marido ao Atacado dos Presentes, do bairro da Torre, Zona Oeste do Recife. 

A dor de cabeça começou logo que o casal chegou à loja e resolveu fazer um lanche no Café Mosteiro, localizado no primeiro piso do estabelecimento. 

"A quantidade de gente utilizando o café era normal, muita gente sentada ,consumindo e outra, até significativa, ainda no balcão para ser atendida. Primeiro, passamos pela caixa e fomos ao balcão do lado retirar nossos pedidos. Havia mais de 03 funcionárias para atender, não sei o que aconteceu, mas parecia que tinham ordens para não atender os clientes, porque, mesmo com a quantidade de gente a ser atendida crescendo, elas fingiam que não tinha ninguém", conta Régia. 

"Depois, veio uma senhora lá de dentro, começou a limpar o balcão e, quando viu aquele absurdo, sensibilizou-se com as reclamações e, por conta própria, resolveu parar o que lhe tinha sido ordenado, e começou a despachar todos os pedidos", complementa a internauta, que ainda questionou a qualidade das coxinhas adquiridas: "com certeza, não eram do dia. Com gosto de velhas e esturricadas de óleo". 

Mas os aborrecimentos não pararam por ai. 

Após utilizarem o serviço do café, o casal foi às compras. Quando, cerca de 20 minutos depois, o sistema de som anunciou o fechamento da loja. Apressando-se para conseguir pegar aquilo que precisava, Régia Simone conta que foi abordada por um funcionário da loja, portando rádio de comunicação, no 2º andar, avisando que a loja estava fechando e, que o térreo, já estava todo apagado e não teria mais ninguém nos caixas para lhe atender. 

"Achei estranho o comportamento dele, até porque tinha muita gente nos corredores comprando e não fazia 05 minutos que o sistema de som havia anunciado o fechamento da loja. Continuei pegando o que precisava e, novamente, em menos de 5 minutos, o mesmo funcionário me abordou, desta vez com mais ignorância, informando que a loja estava fechada, que não havia mais nenhum caixa aberto e que eu ficaria sem poder sair do estabelecimento por estar tudo trancado. 

Fui obrigada a repreender sua atitude grosseira e questionei aquele tipo de abordagem, quando, muitos clientes ainda se encontravam na loja. Toda resposta que ouvi dele foi "depois não venha dizer que não avisei".

Neste momento, encontrei meu marido que estava no andar inferior e resolvemos não mais buscar o restante das coisas que ainda faltavam. Descemos para pagar aquilo que já estava no carrinho. Foi quando vimos que todas as ameaças feitas pelo funcionário não condiziam com a realidade. Os caixas trabalhavam normalmente e aqueles clientes que ainda permaneciam na loja, apressavam-se nos corredores para finalizarem suas compras", lamenta Régia.

A reclamação foi enviada ao BGD e repassada ao SAC da empresa, que até o fechamento desta matéria, não se pronunciou.

Nenhum comentário