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Moradores da Madalena reclamam de terreno da Construtora Carrilho


Moradores de dois condomínios da Rua Engenheiro Leonardo Arcoverde, no bairro da Madalena, Zona Oeste do Recife, reclamam das condições de um terreno de propriedade da Construtora Carrilho situado no local. Abandonado e repleto de mato e lixo, o local serve apenas para a proliferação de insetos e esconderijo para usuários de drogas e marginais.


"Constantemente temos que enfrentar as infestações dessas pragas (a foto acima mostra alguns dos insetos recolhidos pelos moradores), além do grande nível de impurezas provenientes do acúmulo de lixo neste terreno.

Temos moradores com diagnóstico de rinite crônica, cujo estado vem se agravando a cada dia, devido às intempéries oriundas do local" , diz A.S.C., moradora do Edf. São José, vizinho a um dos lados do terreno da construtora, que também já teve objetos de seu apartamento roubados por marginais que utilizam o terreno para usarem droga e se esconderem após praticarem assaltos na vizinhança.


Já uma moradora do Edf. Paço do Bandeirantes, também vizinho ao terreno, reclama que seus filhos, menores de idade, vêm sofrendo com o aparecimento dos insetos provenientes do terreno (vídeo acima). "Eles têm hipersensibilidade às picadas e não estão bem. Antes não tínhamos esse problema aqui, mas ultimamente, a situação está incontrolável e não sabemos mais a quem recorrer", reclama.

Segundo A.S.C, em maio do ano passado, após muita insistência, eles resolveram  fazer a limpeza por completo do local, o que reduziu bastante os problemas no local.

Passado um ano, após a situação se agravar, A.S.C. diz que entrou em contato novamente com a Carrilho.

Segundo ela, a pessoa a secretária ficou de repassar a reclamação para o setor responsável. Com o passar dos dias, sem nenhuma resposta da empresa, um novo telefonema foi dado à construtora, que dessa vez alegou que o terreno não pertence mais à ela.


"Se não mais lhe pertence, porque não informar o nome do novo proprietário para que possamos entrar em contato? A única coisa que queremos é que o terreno seja limpo, mais nada", afirmou A.C.S.

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